segunda-feira, 29 de outubro de 2012

RESPEITO ÀS DIFERENÇAS - Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.


Oi gente!!

Acho importante a gente saber como lidar com as diferenças. 
Sem a obrigação do TER QUE SER POLITICAMENTE CORRETO.
Devemos simplesmente respeitar, sem ficar cheio de dedos, pisando em ovos!
Somos simples: alto, baixo, gordo, magro, branco, negro, deficiente ou não!
Então, sendo assim, vamos deixar de lado o preconceito e tratar uns aos outros de IGUAL para IGUAL.

Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência,
ratificada pelo Congresso em 2008, com força constitucional.
- Mudança: a deficiência passa a ser da sociedade, não da pessoa.
Termos:
O termo PORTADOR caiu. PESSOA COM DEFICIÊNCIA é o termo correto e legal desde a Convenção. Quem tem deficiência pode portar bengala, cadeira, mas a deficiência continua lá.
Tipos de deficiência: 
Use os termos escolhidos pelas próprias pessoas com deficiência:
- sensorial - visual (cego e baixa visão) e auditiva (surdo)
- intelectual (síndrome de Down e outros)
- física (paraplégico, tetraplégico, amputado…)
- múltipla (mais de uma deficiência, surdo-cego, etc)
Ex: pessoa com deficiência física, aluno com síndrome de Down, secretária com deficiência múltipla, jovem com deficiência intelectual, rapaz surdo, criança cega, etc.
Educação:
- A educação inclusiva em escola regular fica garantida. A desculpa de que a escola não está preparada para receber estudantes com necessidades educacionais específicas constitui crime constitucional.
- O ensino especial deve dar suporte para o aluno frequentar a escola regular.
- As escola, públicas e privadas têm que provar ao Ministério Público que lançaram mão de todos os recursos possíveis antes de dispensar qualquer estudante.
Trabalho:
- A incapacidade deve ser encarada apenas como mais um atributo do cidadão. Por exemplo, a empresa que diz que não pode contratar para cumprir a legislação de cota é que é deficiente e tem a obrigação de buscar meios de se adaptar.
Como o colega pode ajudar?

Inclusão leva à Inclusão 

– Mostre atitudes e histórias inclusivas.
- A Convenção ainda é pouco conhecida por juízes e por próprias pessoas com deficiência. Ajude a torná-la conhecida citando-a nas matérias.
- Entreviste as próprias pessoas com deficiência, não seus acompanhantes ou especialistas.
- Evite a exploração da imagem do coitadinho, da tragédia, da desgraça.
- Procure abordar temas que afetem a qualidade de vida do cidadão com deficiência como transporte, moradia e saúde acessíveis, escola, oportunidades de trabalho e discriminação.
- Tome cuidado com histórias de superação, heroísmo. Tente mostrar o personagem como uma pessoa qualquer, use uma abordagem positiva, mas sem ser piegas.
- Não reforce estereótipos: (trabalhadores com deficiência são melhores e mais esforçados do que os trabalhadores sem deficiência, chegam na hora, não faltam… pessoas com síndrome de Down são anjos, tão ingênuos e carinhosos… funcionários cegos tem tanta sensibilidade… etc.)
- Prefira palavras neutras – ocorrência, evento, condição…
- Não use palavras negativas (defeituosa, excepcional, doença, erro genético, paralítico, ceguinho, mudo, mongolóide, retardado, mutação, sofrer, anomalia, problema, acometer, risco, preso ou condenado a uma cadeira de rodas… etc)
Exemplo:
O risco de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a idade.
A probabilidade de uma mãe ter um filho com síndrome de Down aumenta com a
idade.
Na primeira frase, ao usar a palavra risco, faz-se julgamento de valor, induzindo o leitor a pensar a síndrome de Down de forma negativa.


Convencão sobre os direitos das pessoas com deficiencia 2012

Gostou? Então compartilhe a ideia!
Um beijão e vamos em frente!!
Sheila Souza
sheila@meufilhotemdown.com


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